23 de junho de 2017

Vai dar banho ao carro!

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Uma vez que estamos na altura dos Santos e respectivas comemorações, (Santo António, São João e São Pedro) quer acreditem quer não, oremos irmãos, vá lá!
Estou à espera que chova, prontamente.
Além de solucionar essa entediante tarefa que é lavar o popómobile, seria claramente vantajoso pelo motivo mencionado, entre muitos outros...
Anda tudo doido. As pessoas e o planeta.
Quem inventou esta obra? Por favor! 

22 de junho de 2017

Fuga

"A transformação pela qual a Humanidade está a passar não tem precedentes. Tudo está a mudar e tudo pode mudar em segundos. Tal como aconteceu com milhões de pessoas, podemos ter de abandonar tudo aquilo que conhecemos como estável de um momento para o outro. (...)
Se tivesses de partir hoje de casa e apenas pudesses levar uma mochila, o que colocarias lá dentro?
O silêncio aparece em primeiro lugar. Os risos em segundo. Os choros em terceiro. Os abraços em quarto.
De que é que verdadeiramente precisamos?
Muitas das coisas a deixar seriam materiais, mas as mais importantes são invisíveis, e essas fazem pesar a mochila desnecessariamente. Vergonha, tristeza, ressentimento, abandono, revolta, culpa e julgamento, entre outras, fazem pesar a nossa mochila.
Algumas que poderíamos levar seriam: Coragem para recomeçar, persistência para romper, amor para dar, coração limpo para crescer.
Umas intoxicam ou alimentam o corpo, outras violam ou nutrem a alma, outras ainda castram ou estimulam a mente. Haveria mais, muitas mais, a deixar e muitas mais a levar."  M.C.

* Recebi este texto via e-mail e fui desafiada a relembrar o exercício da mochila. Nunca é demais relembrar, afinal, desconhecemos o Amanhã.
E vocês, o que deixariam ou levariam na mochila?
     

21 de junho de 2017

Comportamento Humano

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"Pássaros criados em gaiolas acreditam que voar é uma doença."
(Alejandro Jodorowsky)

Voar nunca será uma doença. 

20 de junho de 2017

Postal dos correios

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Estou em êxtase. De repente regressei lá atrás (diz que é passado) e constatei que não recebia um postal há vários anos.
Ontem foi o dia. Recebi um postal escrito à mão, com direito a envelope e selo da velha guarda. Totalmente inesperado, surpresa.
Outro encanto. Gostei de abrir a caixa de correio electrónico.
Eis a dualidade da vida!
Pequenos gestos que fazem os meus dias ainda mais felizes.
Fiquei feliz. Genuinamente. 

19 de junho de 2017

Vaivém

- Mas porquê? Perguntas tu.
- Porque não, respondo eu.

Não quis estar contigo, não porque não me apetecesse. Seria bom reencontrar-te nem que fosse apenas para te (re)ver, falar contigo como tanto parecias querer. Ainda coloquei a hipótese na mesa, após meses de conversas e convites, de algo que fomos construindo. Algo que não era nada.
Não digas que a infracção me pertence, pois se não estivemos juntos foi porque consegui detectar atempadamente a tua mentira/omissão. Irrita-me, não tenho paciência (e tive muita), não suporto.
Falta de carácter, talvez imaturidade e desrespeito.
Por ti, por mim e por ela. 
Dizias que Ela já não era tua namorada.
"Foi, já não é" Dizias tu. 
Imagina se eu não soubesse?!
E tu nem aí com as consequências...
Eu sei que é, sempre te disse. Fui directa, frontal e disse o que precisavas ouvir.
Não gostaste e foste ficando mais distante. Previsível.
Salva de palmas, palmas!
"Lá estás tu com a tua conversa sem nexo" dizias. Sem nexo? Dissimulação.
Se mentir é feio, mentir a quem sabe a verdade, o que será?
Gostaria, um dia, de perceber o que leva uma pessoa a prosseguir a sua caminhada dentro de uma relação (ou será antes ralação?) na qual está claramente infeliz ou insatisfeito?!
Agora, pergunto eu: Porquê?
Ora bolas, não traíste a tua namorada pura e simplesmente porque eu coloquei um travão, caso contrário...
Quer dizer, a meu ver, já experimentaste a traição, tendo em conta o que me disseste, as nossas conversas.
Horas e horas de conversas. Queres continuar?
Quem está realmente satisfeito com o relacionamento, com a pessoa que tem ao seu lado, não me venham com histórias cor-de-rosa, quem está feliz não equaciona trair, não consegue desrespeitar e de seguida olhar a pessoa iludida nos olhos, não tem paciência para...
Ou consegue? Se calhar sim, pelos vistos. Incrível!
Tenho mais um nome para o teu modo de agir, tenho vários, até.
Lamento, mas a tua atitude não é de Homem mas sim de puto. Gostava que evoluísses (vá lá tenta)!
Há uma diferença enorme entre Querer parecer ou Ser...Feliz!
Relações de fachada, farsa, embuste, comodismo, conformismo. Ponto. Basta!
Espero que saibas (no fundo sabes) que bastava eu querer e essa ralação/anedota terminava imediatamente. Agora.
Demasiado fácil!
Tendo em conta o sorriso da tua namorada (da onça) diria que é distraída, entre outras coisas. Tenho pena dela, como te disse. Mas, o maior culpado és mesmo tu.
Da minha parte, ainda que lamente, irei seguir o meu percurso.
Espero, sinceramente, que sejas feliz. Sem rodeios.
De qualquer modo, fica a dica que já vi mais casos idênticos e mais tarde ou mais cedo a brincadeira termina. Espero ainda que nessa altura consigas perceber e sentir que foste um perfeito idiota.
Mentiste sobretudo a ti próprio. Afinal, não és assim tão corajoso, preferes viver de aparências e passear o troféu que para ti nada mais é que um brinquedo brando e acessível.
Em suma, Ela acredita que é amada. Não é assim?
Não me procures mais. Eu avisei.
Tranquiliza-me saber que a vida, o mundo dá voltas. E que voltas! Já falamos sobre...
Amanhã tropeças. Queres apostar ou preferes jogar?
Café? Com ou sem açúcar?
Até logo
Talvez.

*Alívio


Vontades e desejos

Hoje era donzela, menina e moça para:

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Isto.


PQP

Para QPalavras? 

Para QPalavreado?

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Segunda-Feira. Hosana nas alturasBom dia!

18 de junho de 2017

Dilemas

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Hoje é dia de visita ao supermercado. Ou será hipermercado?
Há dias em que gosto de lá ir, quando tenho disposição ou disponibilidade para fazer as compras para casa, em modo calmo e ameno, sobretudo se o dito estabelecimento estiver às moscas.
Porém, hoje é daqueles dias em que a última coisa que me apetece fazer é, precisamente, ir ao super levar com filas, carrinhos, putos a chorar, correr...
Tão bom ser adulto responsável, incansável!

- "Já vou"
- "Vou já"

17 de junho de 2017

Bagatela

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Primeiro, vamos vou assumir a minha inabilidade para contar anedotas, contudo, hoje presenciei algo semelhante à piada do Joãozinho (e que tal Tójó?) filho de emigrantes que está na praia (no rio ou na piscina) com os seus pais.
A Mãe do Tójó não domina o Português... Quanto mais o Francês!
O Tójó é um puto irrequieto, novato e ainda com escassa graça para a natação. Quer aprender a nadar.
A queridíssima Mãe do menino, conversa com ele em Português:
- Vá lá Tójó dá aos pés, agora às mãos, isso, assim mesmo, continua...
Repentinamente, a Mãe olha para o lado e percebe que tem vizinhança, plateia.
Ao reparar que não estão sozinhos, celeremente saca da postura de emigra e manda o Tójó nadar.
Muito bem, vamos lá:
- Rien Tójó, rien, rien, dá aos braços, rien...


Exacto!
*Oh lálá, rien de rien!

Agora pergunto: Porquê? Para quê?
Nada contra os emigrantes, obviamente. Nada, zero, rien.
Mas, estas figuras sem noção, perdoem-me, são só parolas em grau elevado e totalmente desnecessárias.
Vergonha alheia.

*ouch!


Adeus gula, auf wiedersehen goodbye

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 Dá-lhe!
(macarons, macarons, macarons...) 💭