17 de junho de 2017

Bagatela

Imagem da net

Primeiro, vamos vou assumir a minha inabilidade para contar anedotas, contudo, hoje presenciei algo semelhante à piada do Joãozinho (e que tal Tójó?) filho de emigrantes que está na praia (no rio ou na piscina) com os seus pais.
A Mãe do Tójó não domina o Português... Quanto mais o Francês!
O Tójó é um puto irrequieto, novato e ainda com escassa graça para a natação. Quer aprender a nadar.
A queridíssima Mãe do menino, conversa com ele em Português:
- Vá lá Tójó dá aos pés, agora às mãos, isso, assim mesmo, continua...
Repentinamente, a Mãe olha para o lado e percebe que tem vizinhança, plateia.
Ao reparar que não estão sozinhos, celeremente saca da postura de emigra e manda o Tójó nadar.
Muito bem, vamos lá:
- Rien Tójó, rien, rien, dá aos braços, rien...


Exacto!
*Oh lálá, rien de rien!

Agora pergunto: Porquê? Para quê?
Nada contra os emigrantes, obviamente. Nada, zero, rien.
Mas, estas figuras sem noção, perdoem-me, são só parolas em grau elevado e totalmente desnecessárias.
Vergonha alheia.

*ouch!


3 comentários:

  1. Porquê fazer figuras tristes? Porque muitos de nós...somos tristes. Nem tem mais razões. É apenas essa..

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    1. Conheço mais histórias do género. Todos nós, acho eu. No entanto, a ideia não é "denegrir" a imagem dos emigrantes. Nunca o faria.
      Acima de tudo falámos de pessoas, contudo, a piada foi realmente idêntica à do Joãozinho e achei, sinceramente, desnecessário. Além disso, aquele "rien" sonoro e repentino dispensa comentários. A Senhora com certeza achou que a plateia não percebeu o francês (incorrecto e cómico).

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    2. E não ficaria mesmo nada espantado se, antes de ser alvo desta história, essa mãe se tenha fartado de contar a história do Joãozinho ao filho... :))

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