26 de junho de 2017

Interminável


Tenho saudades tuas. Tantas.
Não mata mas mói. Dói. Agora entendo a dor da perda.
Se a Vida é insegura e a Morte certa e segura, então gosto de acreditar que ainda estamos junt@s.
Às vezes desacredito. Desculpa.
Há mais de um ano que não te vejo mas vejo-te todos os dias. Ainda te oiço.
A morte é filha da mãe. Não é? Ou será a vida?
Aprendi muito contigo. Por tudo, muito obrigada.
Onde estiveres...
(Sorriso)

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